Montadoras serão cobradas a combater trabalho escravo

11 Comentários »

Organizações da sociedade civil dos Estados Unidos devem começar, em breve, ações para convencer as montadoras de carros de lá a fazer com que suas empresas no Brasil adotem políticas específicas de combate ao trabalho escravo em suas cadeias produtivas. A ação pedirá que a indústria automobilística norte-americana que atua em território brasileiro crie procedimentos para eliminar todos os fornecedores diretos e indiretos que tenham usado trabalho escravo, principalmente na cadeia do carvão vegetal – insumo para fabricação de ferro-gusa/aço.

Não são poucos os casos detectados de contaminação da cadeia produtiva do setor com matéria-prima de fazendas e carvoarias presentes na “lista suja” do trabalho escravo do governo federal, cadastro que relaciona os que comprovadamente se valeram dessa prática. Até agora, nenhuma montadora aderiu ao Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo, que reúne mais de 20% do PIB brasileiro contra esse crime.

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  1. Joao Ricardo disse:

    Sakamoto, será que as empresas vão aceitar? Essas montadoras são todas bizarras.

  2. JOTA disse:

    JÀ PASSOU DA HORA.ESTAS MONTADORAS SÒ QUEREM, TE LUCROS NÃO SE IMPORTA COM TRBALHOS ESCRAVOS, VAMOS PAGAR PARA VER.

  3. Gustavo disse:

    Sobre a visita de Lula a Cuba, nenhuma palavra? O “chefe” do Programa Nacional de Direitos Humanos fase 3 Brasileiro, visitando uns dos países que menos, ou melhor, que não respeita os direitos humanos…..E nenhuma palavra neste blog que se diz defensor dos direitos humanos….isso para meio sinistro!!

  4. Ciro Lauschner disse:

    E sobre a morte do pedreiro cubano? E Lula indo lá se felicitar com os algozes? Nada?

  5. Fernando disse:

    Sakamoto,
    Gostaria de pedir a você que falasse a respeito da “nova” tendência em termos de utilização de mão de obra no campo: trata-se do agricultor “PRESTADOR DE SERVIÇOS”. Se você não viu nada a respeito, discorro:
    O Jornal da Globo noticiou semana passada (não me recordo a data), que está surgindo em regiões agrícolas do centro-oeste um “novo” conceito de utilização de mão-de-obra no campo: os agricultores “prestadores de serviço”.
    Empresas ESTRANGEIRAS estão contratando agricultores que sejam PROPRIETÁRIOS de terra, e estão pagando a estes um salário fixo para que sejam prestadores de serviço de produção agrícola. Tudo certo, não fosse o seguinte detalhe: o cidadão em questão é DONO da terra, pode ou não receber sementes, fertilizantes, custeio de maquinário oriundo de investimento estrangeiro, e por fim recebe um “salário” como prestador de serviços. Entretanto, toda a colheita é remetida para o exterior, e os lucros resultantes da venda desta (geralmente soja, por ser matéria-prima em processos de industrialização que gerem produtos com maior valor agregado) ficam, é claro, com os investidores que o contrataram. À primeira vista parece bacana, pois o agricultor tem uma renda fixa e pode ficar despreocupado com prejuízos advindos de entre-safra, entretanto este está deixando de lado a oportunidade de obter lucros maiores, de gerar mais empregos, e etc., pois como sabemos ano após ano batemos recordes na colheita da soja, e o pior, está ALUGANDO um pedaço de terra no nosso próprio país a entidades que sequer recolhem impostos no Brasil.
    Gostaria da sua opinião, se for de seu interesse.
    Abs.

    • Leonel Ribeiro disse:

      Um datalhe importante que o colega não citou. As práticas agrícolas propostas pelas corporações (OGMs, agrotóxicos etc) eliminam a produtividade do solo do pequeno agricultor com o passar do tempo. Com sua terra improdutiva e o meio ambiente no entorno de sua propriedade afetado, o agricultor é descartado.
      Paranóia minha? Ficção? Não! Basta lembrarmos que uma grande indústria de alimentos fez isso em Santa Catarina. Após deixar os produtores rurais sem ter o que produzir em com um imenso passivo ambiental, agora estão se instalando no Mato Grosso do Sul.

  6. Hans Lauxen disse:

    Leonel: Quando a gente não entende é melhor ficar quieto para não ficar ridículo como voce ficou com esse comentário.
    O agrotóxico pode até afetar algum rio, (hoje muito menos que anos atrás) mas a terra….eliminar produtividade, ts ts ts

  7. Leonel Ribeiro disse:

    Jovem Hans,

    Você, como capataz, poderia pedir para o seu patrão (fazendeiro) pagar uma escola para que possa escrever para o público. Nem que seja pelo menos um ensino médio.
    Quando falo em práticas agricolas proposta por “corporações”, entenda que me refiro também à utilização do solo de forma a exaurir seus nutrientes através de monoculturas e outras práticas absurdas (estava no etc).
    Quanto ao agrotóxico afetar corpos hídrico, argumentar que hoje afeta menos do que antigamente é argumento de imbecil que prega produção a qualquer preço.
    Eu até poderia seguir seu conselho e ficar quieto. Mas você parece ser muito ignorante. Não deu para ficar quieto. Desculpe.

  8. Hans Lauxen disse:

    Terra é só suporte. Nutrientes são colocados via adubação na agricultura moderna. Agrotóxicos residuais há muito tempo não são mais utilizados. Não insista no erro. Be quiet please!

  9. Leonel Ribeiro disse:

    Melhor eu ficar quieto mesmo. Argumentar com um sujeito que chama solo de “terra” é perder tempo. Assistiu ao filme corporativo de alguma multinacional e quer mostrar conhecimento. É isso aí, cara. Parabéns! Você sabe muito.

  10. Bem lembrado. Nenhuma palavrinha sobre o PNDHC.(Plano Nacional dos Direitos Humanos em Cuba). O Leonardo deve ter achado que e mais importante achar trabalhadores escravos nas montadoras.Fazer o que. Depois da foto do nr.01, Franklin Martins, Fidel e Raul juntos, com toda certeza, o LK teve orgasmos multiplos.
    Eles se merecem.

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